A produtora Namco já tinha a série "Tekken"
quando lançou o primeiro "Soul Blade", que é o
ponto de partida da franquia "Soul Calibur". O intuito parecia
o mesmo de títulos como "Samurai Shodown", que adicionou
armas brancas à formula dos jogos de luta, muito em voga na década
de 1990.
Agora, no sexto capítulo da saga (dois "Soul Blade"
e quatro "Soul Calibur"), a produtora quer contar a origem da
espada mítica Soul Calibur, que nasceu para se opor à Soul
Edge, que detém o poder do caos.
A produtora promete trazer novos elementos para a mecânica de batalha,
que já é bem complicada. Aqui, os lutadores podem se mover
para todas as direções e existe uma quantidade enorme de
golpes. Como se não bastasse, há vários meios de
defesa, desde um bloqueio simples até um jeito tirar o oponente
de ação ao repelir seus ataques.
Sendo a estréia para um console da nova geração,
o visual será remodelado em alta resolução. A pretensão
é fazer chegar às 1080 linhas progressivas (1080p), mas
o aspecto mais importante é manter o altíssimo fluxo de
tela, de 60 quadros por segundo, como foram os antecessores. O game prevê
multiplayer online, também rodando a 60 "frames" a cada
segundo.
Entre os personagens, já foram confirmados a presença da
"dominatrix" Ivy, do samurai Mitsurugi e do sombrio Nightmare.
O game deve trazer lutadores inéditos, mas ainda não foi
revelado nenhum. Assim como aconteceu em "Soul Calibur II",
cada console pode ter um lutador exclusivo.
O modo de história deve ser mais "ágil" desta
vez. "Soul Calibur IV" também pretende ter uma modalidade
parecida com o "Lost Chronicles" do antecessor. A outra novidade
de "Soul Calibur III" é que o modo de criação
de lutadores está mais completo. A previsão é de
que as armas e equipamentos colocados nos "bonecos" tenham efeitos
práticos na luta - ou seja, cada espada, por exemplo, tem suas
características de velocidade ou poder de ataque, sem ser apenas
uma questão de cunho estético. |